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Agentes secretos II - Sozinho

Poesia de André Soares - Ano de 1976

 

 

É!

Doer sempre dói.

E a cicatriz fica.

É a marca registrada da vida.

Da morte só restam tristezas.

De um amor só restam lembranças.

 

É à noite.

Deitado na cama.

Com os olhos abertos no escuro.

Nos lábios se esconde um sorriso.

Que se afoga em lágrimas de um pranto.

 

Choro a angústia dessas noites.

Mas, talvez chore a tristeza de ser só.

Porque ainda pior que viver sem amor e carinho.

É suportar a cruz de ser sozinho.

 

 

 

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