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Amor e sexo

Artigo de André Soares - 08/08/2010.

 

 

 

“Amor e sexo” é o objeto da maioria dos principais problemas psicoemocionais da atualidade. No recôndito da vida das pessoas, este binômio é o motivo de todo tipo de sofrimentos e angústias, associados diretamente a dificuldades, insatisfações e a não realização pessoal nessa crucial e difícil demanda afetiva, sem a qual a própria vida se torna inviável. Privilegiados e especiais são os que, verdadeiramente, passam incólumes aos difíceis problemas dessa natureza, alcançando plenitude no amor e no sexo. Nesse sentido, inspiração e sabedoria não faltaram à roqueira Rita Lee e a seus parceiros Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor ao comporem a música “Amor e sexo”, que retrata artisticamente e com grande talento o que tudo isso representa em nossas vidas.

 

 

A despeito dos diversos trabalhos e estudos especializados sobre as nuances do comportamento sexual nas sociedades, a credibilidade das pesquisas de satisfação sexual é sempre bastante duvidosa porque, por motivos óbvios, dificilmente alguém confidenciará o insucesso dessa sua intimidade. Todavia, sobre essa temática, subsídios objetivos poderão ser encontrados, embora mascarados no nosso cotidiano. Basta analisar, por exemplo, as estatísticas oficiais sobre casamentos, separações e divórcios; a elevação do número de pessoas vivendo sozinhas; as estatísticas sobre epidemias de ansiedade, depressão e até síndrome do pânico; e os estudos sobre a motivação dos crimes passionais que ocorrem entre parceiros e cônjuges. O pano de fundo por trás de tudo isso? – “Amor e sexo”.

 

A melhor compreensão sobre as dificuldades e problemas humanos inerentes ao “amor e sexo” está na diferença entre o que as pessoas idealizam e o que esse binômio realmente é. Assim, muitas são as perguntas e respostas a serem revistas, embora tal exercício seja sempre infrutífero porque é próprio do ser humano só aceitar a verdade que vai ao encontro de seus próprios valores, aprisionando-se num mundo de equívocos.

 

Desvelar a verdade perturbadora sobre "amor e sexo" é o “dever de casa” que a maioria prefere não fazer; tornando-se, assim, algozes e ao mesmo tempo vítimas da sedutora, porém fatal, mentira, veementemente praticada pelos infelizes no amor e no sexo: “eu te amo”.

 


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