bg

Afaste-se da mediocridade!

Afaste-se da mediocridade!

Artigo de André Soares - 03/06/2019

Uma máxima inexorável que governa o mundo é que a maioria absoluta da humanidade foi, é, e sempre será medíocre. Mas, o que há de errado com a mediocridade? A princípio, nada! Mediocridade não é crime, e não desabona seus protagonistas. Isso porque mediocridade significa ser mediano, estar na média. Ou seja, ser medíocre é ser uma pessoa absolutamente normal, exatamente como a esmagadora maioria da humanidade foi, é, e sempre será; e tal qual muito provavelmente você se orgulha imensamente por ser. Que assim seja! Todavia, ser medíocre também é ser sem relevo, sem expressão, sem projeção, sem destaque, sem razão, sem “tesão”, e sem todos os nobres atributos que constituem a magnanimidade da personalidade das pessoas nobres de caráter. E não se deixe enganar: porque pessoas verdadeiramente nobres de caráter são raríssimas. Assim, àqueles que muito improvavelmente são uma delas e querem ter uma vida feliz e auspiciosa de realizações, recomendo intransigentemente que declarem “guerra” à mediocridade e se afastem urgentemente e absolutamente de toda a mediocridade deste mundo!

Por que? Porque outra máxima inexorável nos ensina metaforicamente que “aves de mesma plumagem voam juntas”. Isso porque todos os seres vivos do planeta são regidos pelo fenômeno psicossocial de conviverem única e exclusivamente com os seus iguais. Destarte, assim como no mundo das aves pardais voam com pardais, andorinhas voam com andorinhas, araras voam com araras, falcões voam com falcões, águias voam com águias, etc...; igualmente no mundo dos homens, pessoas medíocres “voam” com pessoas medíocres, e personalidades nobres de caráter somente “voam” com pessoas nobres de caráter. Portanto, se você é um destes, saiba que a plenitude do seu sucesso, realização e felicidade dependerão fundamentalmente de afastar-se radicalmente de toda mediocridade que exista à sua volta, para “voar” única e exclusivamente com os seus iguais, e por toda a vida. Nesse mister, vale enfatizar aqui as sábias palavras do conhecido ditado: “Dize-me com quem andas, e dir-te-ei quem és”.

E essa regra de ouro deve ser aplicada rigorosamente e sem exceções. Isso significa afastar-se não apenas das pessoas medíocres dos diversos círculos sociais, profissionais, de amizade, de lazer, etc; mas afastar-se primordialmente também das pessoas medíocres de todo o âmbito familiar. E é principalmente nesse contexto parental que essa regra de ouro assume uma complexidade e dificuldade extraordinárias e insuperáveis, que demandam a que a maioria absoluta das raríssimas pessoas nobres de caráter fracasse nesse desiderato. Porque significa afastar-se também e absolutamente das pessoas medíocres dos dois núcleos familiares mais íntimos e afetuosos: o constituído pelos pais, filhos e irmãos; e o constituído pelos cônjuges.

Nesse sentido, importa aqui ressaltar uma crucial diferença entre eles que é de fundamental importância na consecução dessa regra de ouro: o livre arbítrio. Isso porque a relação familiar entre pais, filhos e irmãos é de natureza consanguínea. Consequentemente, seu determinismo é de natureza estocástica. Ou seja, aleatório. Significa que é absolutamente impossível a qualquer pessoa poder escolher ou decidir quem serão seus pais, filhos e irmãos. Pois essa relação familiar é uma fatalidade do destino, a qual é majoritariamente infeliz para a esmagadora maioria das pessoas nobres de caráter, que são condenadas a conviver com pais, filhos e irmãos medíocres durante longos e terríveis anos, especialmente na infância e adolescência; e muitas vezes por toda a vida. 

Diferentemente, a relação familiar do casamento é exclusivamente determinada pelo livre arbítrio dos cônjuges. Consequentemente, se por um lado é absolutamente impossível se evitar ter pais, filhos e irmãos medíocres, por se tratar de uma fatalidade familiar inescapável; contrariamente, por outro lado, é plenamente possível se evitar o casamento com cônjuges medíocres, pois essa é uma decisão que demanda exclusivamente do livre arbítrio individual. Portanto, a culpa por todas as consequências deletérias e infortúnios sofridos no casamento, decorrentes da convivência com cônjuges medíocres, é devida exclusivamente àqueles que livre e conscientemente os escolheram.

Contudo, esta regra de ouro impõe naturalmente também um segundo óbice, exponencialmente mais intransponível: porquanto personalidades nobres de caráter são raríssimas, lembra? E quanto mais nobre se é, mais raro e difícil será se encontrar alguém de nível congênere para “voar juntos”; o que se constitui num desafio de vida, sem nenhuma garantia de êxito. Isso significa que é imperioso aos nobres de caráter dominar a expertise de saber “voarem” sozinhos. Porquanto esse encontro especialíssimo pode nunca acontecer em suas vidas. E esse é o ônus indissociável e inerente à condição de se ser, cada vez mais, um nobre de caráter.

Destarte, deve-se começar naturalmente pelo afastamento da mediocridade mais terrível e deletéria que existe: a paterna. Isso porque filhos, desde o nascimento, estão “escravizados” à tutoria de seus pais até atingirem a maioridade civil, porquanto são juridicamente considerados seus dependentes. Consequentemente, filhos nobres de caráter devem envidar todos os seus esforços para alcançarem autonomia e independência financeira o mais cedo possível, a fim de se libertar da dependência econômica de pais medíocres, e poder viver e conduzir a própria vida livremente por si mesmos, arcando pessoalmente com suas necessidades, e saindo da casa dos pais o mais breve possível. Desta forma, libertar-se-á da degenerescência familiar mais prejudicial aos nobres de caráter, por conseguir afastar-se duplamente não apenas da mediocridade paterna, mas consequentemente também da mediocridade de irmãos e irmãs.

Contudo, é crucial esclarecer que cumprir a regra de ouro de “afastar-se da mediocridade” não significa, em hipótese alguma, condenar-se a viver socialmente isolado, longe das pessoas, sozinho, sem ninguém, vivendo como um eremita, ou misantropo. Muito pelo contrário! Porque, paradoxalmente, é plenamente possível e inclusive desejável “afastar-se da mediocridade”, relacionando-se concomitantemente ao máximo em todo o espectro social, sem que haja qualquer comprometimento dessa máxima. É isso mesmo! Porque como muito sabiamente profetizou o filósofo Aristóteles, deste o século III A.C., “o ser humano é um animal social”. Porquanto, como é notório, o relacionamento psicossocial é uma característica humana imperiosa para a sobrevivência do indivíduo e a perpetuação da nossa espécie. 

Portanto, é de todo fundamental aos nobres de caráter dominar a expertise de se relacionar interpessoalmente e socialmente com máxima eficiência, em todos os círculos sociais, comandando pessoas, a coletividade e liderando sociedades inteiras, transformando-se inclusive em personalidades populares, admiradas e assediadas por seus valorosos atributos, bem como usufruindo dos inúmeros benefícios decorrentes; mas sabendo afastar-se completamente ao mesmo tempo de toda a mediocridade que lhes são inerentes.

Por fim, reitero que este é um paradigma destinado apenas e tão somente às raríssimas personalidades nobres de caráter deste mundo; o que, com a mais respeitosa e devida vênia, muito provavelmente não é o seu caso. 

Todavia, ofereço aqui uma ótima notícia a todos os medíocres que queiram deixar de ser. Porque ser medíocre não é uma fatalidade – é uma opção de vida. 

Você que é medíocre está realmente interessado em transcender-se?

Então, inicie esse processo aplicando em sua vida o lema: “Antes só do que mal acompanhado”.

Contudo, se você for mulher, muito provavelmente esse processo será ainda muito mais difícil. Porque, como é cediço, a esmagadora maioria das mulheres medíocres do planeta professa intransigentemente, principalmente no casamento, a escabrosa estupidez: “Antes mal acompanhada do que só”.

Então: "Viva o live arbítrio!" e “Que assim seja!”

Ademais, como também já disse aqui em outras oportunidades: “toda estupidez tem o seu preço”. 

 

A Inteligência da Escassez

A Inteligência da Escassez

Artigo de André Soares - 29/04/2019

  

 

 “... Hoje só Deus sabe a minha dor... Eu tive que perder prá dar valor... Não serei o mesmo sem o teu amor...”; é parte do refrão da canção “Não tem perdão”, da banda Sorriso Maroto, que nos suscita ensinamentos mais abrangentes e profundos, especialmente significativos quanto aos relacionamentos interpessoais. E a perfeita compreensão e aplicação desses conhecimentos na vida proporcionarão ao seu detentor o sucesso pessoal não apenas nas relações amorosas, objeto de inspiração da referida canção, mas também no universo absoluto das relações humanas. Trata-se da Inteligência da Escassez.

A filosofia da Inteligência da Escassez pode ser definida a partir do paradigma: “Nem tudo o que é escasso é valoroso. Mas, absolutamente tudo o que é valoroso é escasso. E quanto mais valoroso for, mais escasso será”. Contudo, a despeito da universalidade desse aforisma, causa estupefação como a maioria das pessoas não reconhece a importância de sua enorme aplicação na vida real, razão pela qual se tornam infelizes e por vezes vítimas de infortúnios.

Nesse sentido, para a melhor compreensão da Inteligência da Escassez, sintetizarei toda a miríade de exemplos existentes utilizando sua analogia perfeita com uma das pedras mais preciosas que existem no mundo, se não a mais preciosa de todas: o diamante.

Por que o diamante é tão valoroso e desejado?
Resposta: Porque o diamante é duplamente extraordinário.

Primeiramente, por possuir propriedades especialíssimas, não apenas relativas à estética ornamental das joias raras, mas também por serem de grande utilidade na produção científica e de altíssimo nível tecnológico. Portanto, a elevadíssima valoração do diamante para a humanidade é potencialmente originária da exponencial importância de suas características intrínsecas. 

O segundo valor extraordinário do diamante demanda, por sua vez, de um fenômeno circunstancial: a sua enorme escassez no planeta. Porque, ao contrário, se o diamante fosse abundante no mundo, consequentemente quanto maior fosse a sua fartura menor seria o valor atribuído a ele, mesmo a despeito de suas excepcionais propriedades intrínsecas.

Basta imaginar, por exemplo, se o diamante fosse tão abundante como o cascalho. Evidentemente que o seu valor seria igualmente depreciado, na exata dimensão de sua disponibilidade (lei da oferta e procura). Portanto, se a condição “sine qua non” para a valoração do diamante no mundo está na qualidade de suas propriedades intrínsecas, por outro lado é precisamente a sua enorme escassez que lhe demanda grande importância, fazendo-o ser tão desejado e disputado, como uma das pedras preciosas mais raras e caras que existem.

Destarte, guardadas as devidas proporções, em todo o universo das relações humanas não é diferente. Significa que, de forma congênere às pedras preciosas, o domínio ou não da expertise da Inteligência da Escassez classificará a humanidade em duas categorias principais: a categoria da maioria medíocre das pessoas “cascalho”, e a categoria da minoria das raríssimas e nobres pessoas “diamante”.

Como dominar a expertise da Inteligência da Escassez?

Primeiramente, assim como acontece com os diamantes, a condição “sine qua non” da Inteligência da Escassez é se tornar possuidor de “propriedades especialíssimas”. Isso significa desenvolver ao máximo possível todo o leque de atributos e competências individuais necessários para ser alguém extremamente diferenciado, em qualquer seara de atuação; mas desde que essas qualidades especiais sejam apreciadas e tenham grande relevância ou necessidade para as outras pessoas.

Posteriormente, e somente após se alcançar essa condição “sine qua non”, da mesma forma como os diamantes são escassos no mundo, dever-se-á se tornar deliberadamente “escasso” no contexto de todos os relacionamentos psicossociais, sem exceção; e tão mais “escasso” quanto mais valoroso for.

Em termos práticos, a Inteligência da Escassez consiste na expertise da pessoa “diamante” em saber restringir devidamente o acesso das pessoas a si mesma e à disponibilidade de suas intrínsecas “propriedades especialíssimas” em absolutamente todos os seus relacionamentos, principalmente no âmbito profissional, familiar, e ainda mais especialmente no amor e no casamento.

Caso contrário, inescapavelmente a “abundância” da pessoa “diamante” no âmbito das suas relações interpessoais demandará que o seu real valor seja progressivamente depreciado por todos, de tal sorte que será reduzida indistintamente à mediocridade das pessoas “cascalho”.

Compreende-se agora o porquê da humanidade somente reconhecer o verdadeiro valor de algo ou alguém depois da irreversibilidade da sua perda definitiva. É por isso que, por exemplo, o mundo só reconheceu a importância dos recursos naturais do planeta após os mesmos serem extintos ou gravemente ameaçados; filhos somente reconhecem o devido valor de seus pais depois que estes se vão; e amantes somente reconhecem um amor verdadeiro depois de o terem perdido, como enfatiza a linda canção.

Portanto, se você é uma pessoa “diamante”, domine e empregue o quanto antes a expertise da Inteligência da Escassez em sua vida e em seus relacionamentos, antes que seja tarde demais, e a sua morte venha rapidamente ter que fazer isso por você.

 
 
 
 

Feminicídio: As mulheres estúpidas

 

O preço da estupidez - Feminicídio: As mulheres estúpidas

Artigo de André Soares - 24/02/2019

 

 

 

A estupidez é um mal que acomete a maioria das pessoas. Assim é que os(as) estúpidos(as) estão por toda parte, sem distinção de raça, gênero, cor, religião, idade, ou o que quer que seja. Mas, o que é estupidez? Estupidez é a condição deletéria de todo aquele que, conquanto dotado de informação e conhecimento adequados, persiste em agir com inépcia. Todavia, é importante não confundir estupidez com ignorância; que, diferentemente, é a condição de todo aquele que desconhece determinado assunto ou questão. Significa que alguém que seja ignorante em alguma seara, por outro lado pode ser inteligentíssimo e ter elevado discernimento. Mas, todo(a) estúpido(a), por melhor que seja o conhecimento e informação que possua, será sempre um imbecil, por persistir em agir com desinteligência. Consequentemente, os(as) estúpidos(as) demandarão a si mesmos um inevitável e elevado ônus em suas vidas e até mesmo morrerão por conta disso. Mas, este é o trágico e inexorável preço da estupidez, cuja culpa se deve única e exclusivamente aos(às) estúpidos(as).

Nesse mister, a estupidez é o contexto que caracteriza primordialmente os inúmeros infortúnios da eterna guerra dos sexos, que tantas tragédias faz acometer aos relacionamentos entre homens e mulheres. Destarte, tratarei aqui da inelutável agressão e violência perpetradas passionalmente por homens contra as mulheres, cuja motivação está intrinsecamente relacionada a contingências no relacionamento sexual do casal; que, em casos dramáticos, culmina no denominado “feminicídio”; e cuja principal causa está na estupidez das próprias mulheres. É isso mesmo! E como a esmagadora maioria das mulheres persiste em renegar essa verdade simples, continuará pagando amargamente em suas vidas com preço da própria estupidez. Afinal, como todos sabemos, inclusive as mulheres estúpidas: “o pior cego é aquele que não quer ver”.

Comprovação cabal disso está escancarada, por exemplo, nos diversos estudos sobre a aplicação da “Lei Maria da Penha” (Lei 11.340/2006) no Brasil que, tendo instituído maior rigor penal aos infratores dos crimes de violência contra as mulheres, notadamente quanto aos cometidos passionalmente pelo segmento masculino, após mais de uma década da sua entrada em vigor, sequer diminuiu a ocorrência dos mesmos. Por quê? Exatamente porque a sociedade brasileira, em sua estupidez, não está combatendo efetivamente a principal causa do “feminicídio”, mas apenas e tão somente os seus efeitos, de forma exclusivamente reativa; quando o mais correto seria que esse combate fosse realizado de forma preventiva, visando a evitá-lo, o que não está ocorrendo no país.

Facilitemos a compreensão sobre essa importante questão nacional por meio de uma analogia perfeita com a medicina. Considere-se, então, o caso do paciente que é levado em estado de urgência ao pronto socorro porque está ardendo em febre altíssima. O médico responsável, por sua vez, lhe aplica um antitérmico, prescrevendo-lhe alta hospitalar tão logo a febre desaparece e sua temperatura corporal se normaliza, fazendo com que o paciente volte feliz para sua residência achando que está curado.

Pergunta: O médico agiu corretamente e curou seu paciente?

Resposta: É claro que não! Ao contrário, o médico só contribuiu para agravar futuramente a doença do paciente.

Porquanto, como todos sabem, a febre, em si mesma, é apenas um sintoma indicativo de patologia mais gravosa que está acometendo determinado organismo. Destarte, a correta propedêutica médica recomenda a realização de minuciosos exames para se diagnosticar precisamente no paciente qual é a verdadeira causa (doença) que lhe vem demandando os sintomas. Visto que eliminar apenas os sintomas de uma doença ainda indeterminada, a exemplo da febre no caso apresentado, é mero paliativo que fará apenas agravá-la, em suas inevitáveis recidivas futuras.

Portanto, enquanto a sociedade persistir na estupidez de atuar exclusivamente de forma paliativa no combate aos crimes passionais cometidos  por homens contra as mulheres, envidando esforços apenas no ataque aos seus “sintomas”, a exemplo da promulgação e aplicação de leis mais duras contra os infratores, como a “Lei Maria da Penha”; significa que o país está atuando de forma congênere ao médico que só faz combater a febre do seu paciente, sem diagnosticar sua verdadeira causa. Portanto, inescapavelmente os crimes de “feminicídio” continuarão a acontecer em profusão cada vez maior, como vem ocorrendo no Brasil, porquanto a sua principal causa ainda sequer foi “diagnosticada”.

Todavia, quando a sociedade brasileira se dedicar à propedêutica da realização dos minuciosos exames para se diagnosticar precisamente nas mulheres qual é a verdadeira causa que lhes vem demandando crescentes casos de “feminicídio”, especialmente perpetrada passionalmente por homens, com proeminente motivação sexual; descobrir-se-á que a principal genealogia do "feminicídio" não está nos homens em si mesmos, mas originalmente na estupidez das próprias mulheres. Por mais paradoxal e até mesmo doloroso que isso possa parecer a todos e mais ainda às mulheres, esta é a verdade verdadeira. Afinal, como sabiamente proferiu o filósofo Friedrich Nietzsche, “a verdade é feia”.  Portanto, a verdadeira e única solução real para se evitar absolutamente essa crucial contingência feminina está em salvaguardar as mulheres estúpidas da própria estupidez. E isso só depende delas mesmas – e de mais ninguém.
 
Mas, qual é a estupidez das mulheres estúpidas?

Resposta: O seu auto-engano sobre a natureza masculina, notadamente quanto à sua motivação sexual em relação às mulheres.

Facilitemos a compreensão sobre isso por meio de outra analogia perfeita. Consideremos o contexto de uma pessoa que almeje ser muito feliz em sua vida e que, para isso, por sua livre e consciente vontade, decide conviver com serpentes e cobras. Isso será possível? Claro que sim! Mas, evidentemente, trata-se de uma realidade perigosíssima para a vida dessa pessoa. E, para que ela seja bem sucedida na consecução de sua felicidade, será imprescindível que conheça absolutamente tudo sobre a natureza de serpentes e cobras. Principalmente, sabendo diferenciar com máxima precisão as que são venenosas das que não são; para, assim, conviver apenas com as não peçonhentas. Porque, caso essa pessoa não domine essa crucial expertise; e, mesmo a dominando, se arrisque a conviver com serpentes e cobras venenosas, será mera questão de tempo até ser picada de morte. Porquanto essa é a natureza inexorável a que estão predestinados esses ofídios peçonhentos.

E agora temos a pergunta derradeira:

Quando essa pessoa for inevitavelmente picada de morte, o causador original do seu destino fatídico é a serpente venenosa?


Portanto, guardadas as devidas proporções, a realidade trágica dos infortúnios na guerra dos sexos é congênere aos perigosos riscos de se lidar com um serpentário. Porque se as mulheres, por sua livre e consciente vontade, decidem ser felizes em suas vidas relacionando-se e convivendo íntima e sexualmente com o “serpentário” dos homens, então deveriam ter o mínimo de tirocínio de saber discernir aqueles que são “peçonhentos” dos que não são, escolhendo apenas e tão somente estes últimos. Portanto, o domínio dessa importantíssima expertise por parte das mulheres em relação à natureza masculina é a única solução que efetivamente as "vacinará", "imunizando-as" por toda a vida contra o "feminicídio" praticado contra elas pelos homens "peçonhentos" porquanto, de forma semelhante aos ofídios venenosos, essa é a natureza inexorável a que eles também estão predestinados.

Por fim, é imperioso dizer às raríssimas mulheres inteligentes que os homens não “peçonhentos” existem. Mas, creiam: são também raríssimos os nobres homens que não desrespeitariam uma mulher nem com uma rosa. Quanto às mulheres estúpidas, bem, como todos já sabem agora, toda estupidez tem o seu preço.
 

Massacre em Suzano – a 11ª vítima

Massacre em Suzano - a 11ª vítima

Artigo de André Soares - 26/03/2019

 

 

 

A sociedade brasileira desconhece a 11ª vítima fatal do Massacre em Suzano, mas que não foi assassinada pelos criminosos suicidas, e sim a vítima que vem sendo “assassinada” obsessivamente pelas autoridades públicas: a Verdade. Contudo, o jovem estudante José Victor Ramos de Lemos, de 18 anos, que sofreu esse atentado sanguinário ocorrido na Escola Estadual Professor Raul Brasil, foi duplamente corajoso. Porque além de sobreviver ao massacre, tendo ainda que correr várias quadras para ser socorrido em hospital, ferido com um machado que lhe foi cravado às costas pelos assassinos; José Victor também revelou a 11ª vítima do Massacre em Suzano, quando disse em sua primeira entrevista à mídia que seus autores eram TERRORISTAS.

Isso mesmo! E essa é apenas a primeira verdade proibida que está sendo dolosamente ocultada da sociedade pelas autoridades. Porque o Massacre em Suzano foi um clássico e “bem-sucedido” Atentado Terrorista realizado no Brasil, que ceifou covardemente a vida de 10 (dez) pessoas inocentes, dentre elas 5 (cinco) jovens estudantes, deixando várias outras pessoas feridas.

Por agravante, a segunda verdade proibida que também vem sendo ocultada pelas autoridades é que o Massacre em Suzano não é o primeiro clássico e “bem-sucedido” Atentado Terrorista em solo brasileiro, com várias vítimas fatais.  E a terceira e mais terrível das verdades proibidas sobre o Massacre em Suzano é que a sua tragédia poderia e deveria ter sido evitada, exatamente por essas mesmas autoridades que renegam essas verdades à sociedade. Porquanto esses atentados terroristas no Brasil vêm sendo veementemente alardeadas aos governantes há anos; conquanto esse autor seja o único a cumprir esse desiderato.

Portanto, a partir de agora, não será difícil ao cidadão inteligente desvelar também, e por si mesmo, a sub-reptícia desinformação sobre o Massacre em Suzano que vem sendo eficientemente orquestrada veladamente pelas autoridades. Ou será que ninguém percebeu ainda que, imediatamente após esse Atentado Terrorista na escola Raul Brasil, desapareceram completamente das manifestações de todas as autoridades públicas, bem como também de toda a cobertura midiática do país, quaisquer palavras, menções, citações, ou referências que suscitassem a mínima correlação desse massacre hediondo com terroristas, terrorismo, ação terrorista, ou quaisquer ideias congêneres? Porque, convenhamos, num país cuja constituição republicana reza a plena liberdade de imprensa e de expressão, como preconiza a constituição federal de 1988 no Brasil, haver esse tipo de correlação no âmbito do debate democrático seria mais que natural e óbvio – seria inevitável e até mesmo obrigatório.

Assim, este silêncio inquisitorial que vem reinando absoluto no país, pelo conluio nefasto das autoridades e a mídia, abominando a mínima possibilidade de associação do Massacre em Suzano com o terrorismo é apenas mera coincidência? Evidentemente, aqueles que disserem “sim”, também acreditam em Papai Noel, Adão e Eva, que “Elvis não morreu”, e em qualquer baboseira manipuladora.

Portanto, essa desinformação escabrosa que vem sendo ardilosamente produzida sobre o Massacre em Suzano, em detrimento da verdade dos fatos, constitui também um crime igualmente hediondo contra o país e a sociedade. Até porque, apenas com as informações disponíveis, não é necessário ser um renomado “expert” em terrorismo para concluir que Massacre em Suzano foi um Atentado Terrorista muitíssimo “bem-sucedido”, porquanto seus objetivos foram plenamente alcançados, bem como suas principais características estão mais que devidamente comprovadas. E somente um tolo não as perceberia. Porque “o pior cego é aquele que não quer ver”.

Destarte, se o Brasil enfrentar a realidade dos fatos, reconhecerá que o Massacre em Suzano foi indubitavelmente um Atentado Terrorista “exitoso”; cuja ação foi engendrada e perpetrada meticulosamente por dois “lobos solitários” brasileiros; por serem terroristas independentes que não necessitam de organizações terroristas para realizar suas próprias ações; os quais não eram bandidos ou criminosos comuns porque não objetivavam a obtenção de qualquer vantagem ilícita com esse atentado; e cujo único e real propósito de suas ações terroristas era, com seus crimes hediondos, causar o máximo terror possível no país, em defesa de sua causa comum, pois terroristas lutam por seus ideais.

Por importante, insta ressaltar ainda que o Massacre em Suzano foi um Atentado Terrorista tão “bem-sucedido” que o seu desfecho derradeiro foi coroado principalmente pela consecução das duas maiores consagrações almejadas por todo legítimo terrorista em seus atentados: produzir do máximo de vítimas fatais e suicidar-se. Porque, diferentemente de criminosos comuns que, ao contrário, não planejam a própria morte quando da elaboração de seus crimes; os verdadeiros e legítimos terroristas planejam deliberadamente sacrificar suas próprias vidas em seus atentados, por meio do suicídio; que é a principal característica do Terrorismo mundial; a qual também constitui a honra magnânima para seus autores, e da qual demanda consequentemente o seu inexpugnável poder aterrorizante. Pois, foi exatamente isso que realizaram “exemplarmente” os Terroristas brasileiros, Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, no Massacre em Suzano, em 13/03/2019.

Mas, como mencionado, lembremos que o Massacre em Suzano não foi o primeiro clássico e “bem-sucedido” Atentado Terrorista no Brasil, com várias vítimas fatais, perpetrado por “lobos solitários” brasileiros. Ou será que a sociedade brasileira também se esqueceu do “Massacre em Realengo”, que ceifou a vida de 13 crianças, deixando várias outras feridas, na Escola Municipal Tasso da Silveira em Realengo/RJ, em 07/04/2011; e que foi engendrada e perpetrada meticulosamente pelo “lobo solitário” suicida Wellington Menezes de Oliveira? Pois, naquela oportunidade, este autor foi a única voz no país que reverberou o cometimento desse Atentado Terrorista no Brasil, no artigo “Perfil de um terrorista”.

Tamanha é a total vulnerabilidade da segurança nacional quanto a esse mister, que este autor, quando do lançamento do livro “Ex-agente abre a caixa-preta da ABIN”, em 2015, dedicou todo um capítulo especificamente sobre o terrorismo no Brasil. Vale ressaltar ainda que esse capítulo foi finalizado sob o título “O próximo Atentado Terrorista no Brasil”, no qual os governantes e a sociedade foram devidamente alardeados sobre as tragédias terroristas que futuramente acometeriam o Brasil, exatamente como fatidicamente ocorreu agora no Massacre em Suzano. Portanto, considerando-se apenas e tão somente os atentados terroristas ocorridos exclusivamente em escolas do país, na “melhor” das hipóteses, o Massacre em Suzano é o segundo “bem-sucedido”, perpetrado por “lobos solitários” brasileiros suicidas, cujo “modus operandi” é indiscutível.

Todavia, duas questões avultam a gravidade dessas contingências terroristas no país, ainda mais em relação ao Massacre em Suzano: a hipocrisia governamental e a lei antiterrorismo (Lei Nº 13.260, de 16/03/2016). Isso porque, não bastassem as críticas relevantes à qualidade desse diploma legal, o mesmo foi promulgado açodadamente no país, às vésperas da realização dos jogos olímpicos no Brasil em 2016. Recordemos que isso se deveu à enorme pressão da comunidade internacional sobre o Brasil, pelo temor quanto à consecução de ações terroristas contra as delegações estrangeiras durante o evento; notadamente por ser notório a extrema vulnerabilidade do Brasil ao terrorismo mundial; que inclusive, até aquela oportunidade, inadmissivelmente sequer possuía instrumentalização jurídica para combater essa que é a principal contingência mundial.

Essa vexatória ineficiência estatal decorreu em grande medida da tradicional hipocrisia governamental de mentir compulsivamente à sociedade sobre a existência de uma contingência nacional inconteste, mascarando ao máximo suas reais evidências. Dessa forma, não importando a quantidade de ações e atentados terroristas sanguinários que acontecessem no Brasil, as autoridades os negariam peremptoriamente ao máximo, como sempre fizeram. É nesse contexto que se exacerbou o insidioso descaso governamental pela promulgação de um ordenamento jurídico sobre terrorismo, exatamente porque tal ato seria o reconhecimento oficial da existência no país dessa grave ameaça. Afinal, o Brasil é um país exemplarmente tão seguro, não é mesmo?

Todavia, essa hipocrisia governamental que perdurou eficientemente por décadas ficou seriamente comprometida a partir de 2016, quando os governantes foram compelidos pela comunidade internacional a promulgar às pressas uma legislação brasileira contra o terrorismo. Caso contrário, certamente os jogos olímpicos no Brasil não contariam com a presença das principais delegações desportivas do planeta. Portanto, se o “Massacre em Realengo”, ocorrido em 2011, hipocritamente não foi considerado pelas autoridades nacionais um Atentado Terrorista porque no país não havia o respectivo diploma legal que o tipificasse; por outro lado, quando do Massacre em Suzano, a lei antiterrorismo no Brasil já completa 4 (quatro) anos em vigor.

Agora, temos a pergunta derradeira: O Massacre em Suzano, bem como o Massacre em Realengo, são tipificados como Atentado Terrorista, segundo a lei antiterrorismo no Brasil?

Vejamos então o que prescreve a Lei Nº 13.260, de 16/03/2016:

Art. 2o  O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

§ 1o  São atos de terrorismo:

V - atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa:

 Resposta à pergunta derradeira: Com a palavra os governantes, as autoridades e a mídia.

Pelo exposto, resta sobejamente comprovado que o Brasil, na esteira de sua coleção de inúmeros títulos e recordes mundiais vexatórios, como da corrupção e roubalheira, é também campeão das autoridades hipócritas, da mídia tendenciosa e da sociedade do “me engana que eu gosto”. Então, que assim seja! A despeito disso, por inelutável dever de justiça, é mister exaltar a conduta exemplar do estudante José Victor, sobrevivente do Massacre em Suzano, e único brasileiro que teve a coragem cidadã de revelar ao mundo o “assassinato” da 11ª vítima desse Atentado Terrorista. 

 

Resultado de imagem para massacre em suzano

  

O Brasil “politicamente correto”

 

O Brasil "politicamente correto"

Artigo de André Soares - 05/06/2018

 

 

 

O inigualável filósofo Friedrich Nietzsche sabiamente desvelou à humanidade, dentre outras verdades, que “a verdade é feia”. E, parafraseando-o, afirmo também que “quanto mais verdadeira for uma verdade, mais dolorosamente insuportável será aceitá-la”. Destarte, o ser humano desenvolveu variados mecanismos psicológicos para enganar-se a si próprio, conhecidos como “mecanismos de defesa do ego”, “mecanismos de culpas e desculpas” e “racionalização”, dentre outros, para designar o tradicional comportamento humano de fuga da realidade, ignorando toda verdade desagradável e dolorosa, especialmente quando ela retrata os erros e defeitos do próprio indivíduo. Nesse contexto, quem melhor denominou este fenômeno foi o espetacular Eduardo Gianetti da Fonseca, em sua obra primorosa intitulada “Autoengano”, explicando com singular maestria a elevada capacidade do ser humano em enganar, não apenas as pessoas, mas também e principalmente de enganar-se a si próprio. Contudo, o autoengano é um fenômeno psicossocial que acomete também os grupos sociais e as sociedades, manifestando-se tradicionalmente por meio de um comportamento deletério que, no Brasil, revela-se na epidemia do “politicamente correto”.

 

Embora o autoengano seja inexorável e muitas vezes necessário, por outro lado é também o principal aspecto psicossocial responsável pelo fracasso e insucesso na vida, tanto das pessoas, como das nações, a exemplo do caso brasileiro. Portanto, o retumbante colapso nacional generalizado da atual conjuntura é devido exclusivamente aos enganos e principalmente aos autoenganos da sociedade brasileira; que desesperadamente se afoga no tsunami da hipocrisia do seu comportamento “politicamente correto”, que somente faz agravar o colapso da conjuntura nacional, além de não mais enganar a quem quer que seja.

 

Mas o que é o comportamento “politicamente correto”? É a conduta pessoal de se manifestar e agir demagogicamente e exclusivamente conforme as conveniências político-sociais, em detrimento da verdade dos fatos.  Como referido anteriormente, tal comportamento pessoal é por vezes necessário, notadamente quando da liturgia de eventos comemorativos e circunstâncias confraternizatórias em geral, em prol das regras sociais de educação, etiqueta e boa convivência, visando à afabilidade das relações interpessoais; ou, ao contrário, quando das situações de dor e comoção, objetivando acalentar o espírito e amenizar o sofrimento dos vitimados por algum infortúnio.

 

Todavia, excluindo-se a excepcionalidade dessas duas louváveis situações, por outro lado o comportamento “politicamente correto” é deletério e prejudicial, caracterizando-se pela falsidade, hipocrisia, indignidade, falta de caráter, e até mesmo ilicitude do seu patrocinador. E é justamente o lado depreciativo e perverso dessa conduta que grassa no Brasil “politicamente correto”.

 

Assim, no epicentro do caos nacional da atualidade, quando urge a imperiosa necessidade da mobilização da sociedade objetivando a imediata implementação de soluções definitivas para os gravíssimos problemas estruturais do país, o que se vê? Vê-se o recrudescimento da epidemia do comportamento “politicamente correto” dos brasileiros. E isto está escancarado, por exemplo, na proliferação pelo país das oportunistas campanhas “politicamente corretas” de poderosos veículos da grande mídia, conclamando os cidadãos a celebrizar-se sob seus holofotes, em míseros segundos de qualquer discurso para a salvação nacional, desde que seja “politicamente correto”.

 

Dessa forma, assistimos diuturnamente a um festival midiático de campanhas televisivas e radiofônicas patrioticamente oportunistas, ostentando slogans e hashtags “politicamente corretos”, explorando a exacerbação do ego e a incontida vaidade dos brasileiros por evidenciar-se na mídia. Repercute-se assim em toda a mídia nacional e nas redes sociais uma avalanche interminável de vídeos “politicamente corretos”, com declarações “politicamente corretas”, feitas por milhares de brasileiros “politicamente corretos”.

 

Quanta pusilanimidade e hipocrisia!

 

De toda forma, é de bom alvitre que o Brasil “politicamente correto” não se esqueça de que é impossível erigir uma nação e muito menos salvá-la do colapso apenas com o alardear midiático das melhores intenções de seus cidadãos. Isso porque, como é de todo notório, “... de bem intencionados o inferno está cheio”.

 

 

 


 
 
Voltar ao topo